terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Traduções

Gosto e não gosto de traduções.
Não gosto, principalmente em filmes e séries mais humorísticas em que uma piada perde completamente o contexto fora de uma língua/cultura. Gosto de traduções por este mesmo motivo: tenho a grande vontade de sair por aí (re)fazendo traduções de coisas técnicas, filmes, textos, etc. que vejo por aí, muito embora eu ache que sempre será melhor na língua original. Não sou lingüista ou formado em letras, nem tenho certificações e cursos de inglês, mas acredito que eu tenha uma mínima noção do que digo e faço.
(um dia eu faço um post de verdade sobre o assunto)
Segue uma tradução que fiz de um artigo por aí:

Como o Google define objetivos e mede sucesso
por Don Dodge*
Traduzido de: http://dondodge.typepad.com/the_next_big_thing/2010/01/how-google-sets-goals-and-measures-success.html

A Google define objetivos ousados e impossíveis... e depois os atinge. A mentalidade típica da engenharia de resolver problemas impossíveis é parte da cultura instituída em cada equipe na Google. Difíceis problemas de engenharia não tem repostas óbvias. Você precisa inventar a solução, não apenas otimizar algo que já existe. A cada trimestre, cada grupo na Google define objetivos, chamados OKRs (Objectives and Key Results, Objetivos e Resultados Chaves) para os próximos 90 dias. A maioria das grandes companhias define objetivos anuais como melhorar ou crescer algum indicador em tanto %, e então mede a performance uma vez por ano. Na Google, um ano é como uma década. Objetivos anuais não são bons o suficiente. Definir objetivos trimestrais, defini-los em níveis impossíveis e depois descobrir como alcançá-los. Medir o progresso a cada trimestre e premiar as realizações mais incríveis.
Eu submeti meus OKRs do primeiro trimestre com o que eu achei que fossem objetivos agressivos porém alcançáveis. Não foi o suficiente. Meu gerente explicou que precisamos definir objetivos que parecem impossíveis de alcaçar completamente. Hmmmm... Eu falei “Esta é uma janela de apenas 90 dias e não podemos prever com precisão suficiente o que é alcançável ou não. Porque definir objetivos fora da realidade?” Porque você não pode alcançar resultados fantásticos definindo metas modestas. Nós queremos resultados fantásticos. Queremos alcançar o impossível.

Falhar não é uma opção – Um tempo atrás escrevi um artigo sobre a cultura “Falhar não é uma opção” e como, tomando o caminho errado, leva à condição das pessoas definindo objetivos modestos que elas certamente podem alcançar. Porque se elas falhares... são demitidas. Assumir maiores riscos, trazer a inovação e se esforçar para atingir o impossível nunca irá acontecer em companhias como essas. Naquele artigo eu discuti como a definição do “Falhar não é uma opção” em startups é completamente diferente. Para uma startup isso significa tentar 5, 10 ou 20 opções até achar uma que funcione. Eles não param até conseguir. A cultura da Google parece seguir a lógica de Thomas Edison, que parafraseada é: “Eu não falhei. Apenas encontrei várias opções que não funcionam, e estou mais perto da solução”.
Conseguindo 65% do impossível é melhor do que 100% do ordinário – Definir objetivos impossíveis e alcançar parte deles coloca você em um caminho completamente diferente da rota segura. Algumas vezes você pode alcançar o impossível em um trimestre, mas mesmo quando você não consegue, está num caminho acelerado para atingi-lo logo. Medindo o sucesso a cada trimestre permite uma correção no meio do caminho e a definição de objetivos mais altos ainda para o próximo trimestre.
Recompensas pelo sucesso – As recompensas por alcançar o impossível são significantes. Como você deve esperar, existe um algoritmo para calcular os bonus dos engenheiros com vários multiplicadores. A Google atrai as melhores pessoas da indústria por várias razões, talvez a mais importante delas seja porque ela provê os recursos e o apoio que elas precisem para alcançar o impossível. Recompensas financeiras são significantes, mas elas não são o principal motivador. Trabalhar com as melhores pessoas do mundo e alcançar a grandeza são as maiores recompensas.
Fazendo uma analogia com esportes, você acha que Peyton Mannin ou Kobe Bryant são motivados pelo dinheiro? Não, eles já ganharam anos atrás mais dinheiro do que poderiam gastar. Eles são motivados pelo desejo de serem os melhores do mundo. Este desejo e energia é muito mais poderoso do que qualquer quantidade de dinheiro. A mesma energia e desejo é evidente por toda Google.
Empreendedores de startups são motivados por desejos similares. Por alcançar o impossível. Por criar algo do nada. Por atrair o melhor time. E, por fazer a diferença. Em várias maneiras a Google ainda é uma startup, com os fundadores ainda trabalhando duro todos os dias para alcançar o impossível. Cada companhia tem um processo para definir objetivos, medir o sucesso e calcular recompensas. Não é que o processo da Google é muito melhor. É a mentalidade e a cultura que é completamente diferente. Existe um campo de energia que você pode sentir quando cercado por pessoas com tamanho sucesso. É invigorante, e inspira você a alcançar mais do que você achava possível. E é muito bom!

*Don Dodge é um advogado desenvolvedor na Google, ajudando outros desenvolvedores a construir novas aplicações sobre as plataformas e tecnologias da Google.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Design de interfaces


Sabem o que estes botões pintados de amarelo fazem?
Dão um comando de impressão diretamente para a impressora padrão. SEM PEDIR CONFIRMAÇÃO. Crianças, lembrem-se disso quando (1)estiverem desenhando uma interface para o seu programa e (2)estiverem trabalhando com tabelas enormes de dados que não deveriam ser impressos.

Sim, já removi os botões da barra, depois de desperdiçar 3 folhas. =/

Tirinha natalina


Tradução livre:
1- "... então, crianças boas ganham presentes e crianças más ganham pedaços de carvão!"
2- "Espera aí... então, todas as piores crianças do mundo ganham pedras inflamáveis ao mesmo tempo?"

Adoro natal =D

Nhéééééééééc

*cof*cof*
*Tirando a poeira*
*Varrendo*
*Espirrando*
*Tirando as teias de aranha*
Eita, fiquei bastante tempo longe daqui...
Neste meio tempo, aconteceram coisas. Me formei. Me casei. Me viciei em RSS [ou Google Reader]. Experimentei o Twitter. Decidi que aquilo não era pra mim.

Iniciamos agora a construção de uma nova sociedade (de novo).

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

One, Two, Three, Four...

I Declare A Browser War!

Última versão do navegador Opera (10.00 Alpha)[1] faz 100/100 pontos no teste Acid3[2]












Webdesigners, comecem a testar seus sites no Opera. Por mais que seja 1% de browser share, acreditem, é mais decente do que muita coisa que se vê por aí. Experimente!


[1]Última versão estável ou Versão para testes

[2]The Acid3 Test. Não é para os fracos ;)

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Bio piadinha

Ana Lisa: psicanalista

P. Lúcia: fabricante de bichinhos

Pinto Souto: fabricante de cuecas

Marcos Dias: fabricante de calendário

Olavo Pires: balconista de lanchonete

Décio Machado: guarda florestal

H. Lopes: professor de hipismo

Oscar Romeu: dono de concessionária

Hélvio Lino: professor de música

K. Godói: médico especialista em hemorróidas

Eudes Penteado: cabeleireiro

Sara Vaz: mãe de santo

Passos Dias Aguiar: instrutor de auto-escola

Édson Fortes: baterista

Sara Dores da Costa: reumatologista

Régis Melo Dias: maestro

Iná Lemos: pneumologista

Ester Elisa: enfermeira

Ema Thomas: traumatologista

Inácio Filho: obstetra

Oscar A. Melo: confeiteiro

H. Ramos: Professor de Judô

E, finalmente..........


Também daria uma ótima programadora =P

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Frase (2)

My wife Mary and I have been married for forty-seven years and not once have we had an argument serious enough to consider divorce; murder, yes, but divorce, never.

Minha esposa Mary e eu estivemos casados por quarenta e sete anos e nunca tivemos uma discussão séria o suficiente para nos levar ao divórcio; assassinato, sim, mas divórcio, nunca.

Jack Benny